• Foto 1 do produto Missão Fotográfica, Paisagem Transgénica
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    • Foto 2 do produto Missão Fotográfica, Paisagem Transgénica
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    • Foto 3 do produto Missão Fotográfica, Paisagem Transgénica
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    • Foto 4 do produto Missão Fotográfica, Paisagem Transgénica
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    • Foto 5 do produto Missão Fotográfica, Paisagem Transgénica
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Missão Fotográfica, Paisagem Transgénica

ARQUITETURA DIGITAL, PAISAGENS ANALÓGICAS, LUGARES INTEMPORAIS E ESTRATÉGIAS SNAPSHOT
 A exposição Missão Fotográfica: Paisagem Transgénica enquadra-se no programa de Arte e Arquitetura da Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura. Contrariamente à ideia tradicional de missão fotográfica de paisagem e território, destinada a documentar e interpretar para reparar e ordenar, esta missão Paisagem Transgénica pretende criar um lugar fotográfico próximo e distante de Guimarães e do Vale do Ave, na medida em que podemos vê-lo nos territórios pós-industriais da Europa e do mundo pós-colonial.
 O centro histórico de Guimarães foi classificado como Património da Humanidade há cerca de dez anos. No entanto, para lá deste centro imaculado, a cidade não conhece limites, imiscuindo-se com cidades vizinhas e conformando o que se denomina genericamente por Vale do Ave, território que o geógrafo Álvaro Domingues classificou como “paisagem transgénica“. Este crescimento espontâneo de forma dispersa esconde, sob a sua aparência caótica, uma organização improvável resultado da diversificação de atividades económicas.
 
Um dos pressupostos que pareceu evidente aos comissários do projeto, Pedro Bandeira e Paulo Catrica, foi o de os fotógrafos a convidar nunca terem trabalhado ou exposto em Portugal, entendendo que o distanciamento cultural e geográfico relativamente ao território de Guimarães e do Vale do Ave poderia garantir uma perspetiva menos contaminada pela proximidade. Daí a escolha de Guido Guidi, Katalin Deér, JH Engström e Filip Dujardin. Entre a “realidade“ do analógico e a “ficção“ do digital esta Missão pretende inscrever no imaginário coletivo outras fotografias e imagens e, em simultâneo, contribuir para o debate em torno do modo como as fotografias podem, ou não, formular um discurso crítico, poético, ficcional ou outro em torno da arquitetura, da paisagem e do território.

Imagem maximizada

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