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Portugueses e Africanos nos Rios de Sena

Este livro analisa as relações entre Portugueses e Africanos em Moçambique durante os séculos XVII e XVIII, centrando-se na área do grande rio Zambeze, conhecida, então, por Rios de Sena e, mais tarde, por Zambézia. O estudo dessas relações desenvolve-se em torno da constituição e do funcionamento dos prazos da Coroa, uma instituição cuja matriz europeia foi reconfigurada na transposição para Moçambique em interacção com formas africanas de organização da terra e do território e de ordenação das relações sociais. Este tema inscreve-se na história mais vasta da atuação dos Portugueses nessa região e articula-se com a das chefaturas e dos Estados africanos, nomeadamente os Tongas da margem direita do Zambeze, os Karangas do planalto a sul do rio, em que se destacava o celebrado Monomotapa, e os Macuas e Maraves, localizados a norte dessa via fluvial. Dessa interacção não resultaram apenas marcas duradouras inscritas no território apropriado pelos Portugueses. Por entre relações de dominação e processos de resistência, emergiram novas categorias sociais, como senhores, donas, escravos e livres. Por alguns séculos também estes foram actores da história do território que hoje integra Moçambique.

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