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Alexandrina, como era

«E assim encontramos o menino, o rapaz e o homem que ele foi e nos deixou, para o fim da sua vida, já em plena maturidade, as peças de primeira água pelas quais deverá ser julgado, quatro ou cinco que me atrevo a considerar de muito alta qualidade consoante me atrevo a pensar que resistirão ao tempo tanto quanto seja o que for resiste ao tempo porque a eternidade é curta mas sempre há uns anos mais compridos que outros. ‘Fazer versos dói¿, ‘Alexandrina, como era’ e outros textos assim permanecerão, julgo eu, entre o melhor que a sua época produziu.»
É desta forma que António Lobo Antunes apresenta a obra de J. H. Santos Barros. Alexandrina, como era – Todos os Poemas é pois a recolha da obra desta poeta açoriano cuja morte precoce inviabilizou um percurso ascendente que vinha a ser traçado.

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