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Narrativa Vertical - Almada Negreiros e o Romance da Modernidade

Este ensaio parte da análise do caráter fragmentário de Nome de Guerra, pondo em evidência a suspensão do tempo e da causalidade no romance de Almada Negreiros. Tendo por base conceitos estruturantes da literatura das primeiras décadas do século XX, João Paulo ousa
demonstra como a organização da obra — aqui exposta à luz do seu contexto europeu — obedece a uma lógica de composição espacial, seguindo os princípios de adição e de combinação próprios da arte abstrata. Plenamente inserido na prosa da modernidade, o romance de Almada Negreiros pode assim ser lido como uma «narrativa vertical», na medida em que recusa a linearidade temporal do mundo exterior
e se afirma como uma totalidade estática e inorgânica.
(da contracapa)

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Observações: Obra distinguida com o prémio de Ensaio
IN/Vasco Graça Moura 2019

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