Rosa Mota vais ser homenageada em moeda da série Ídolos do Desporto, 30 anos após a conquista do ouro olímpico
Rosa Mota vais ser homenageada em moeda da série Ídolos do Desporto, 30 anos após a conquista do ouro olímpico

Moedas Comemorativas de 2018 apresentadas na Casa da Moeda

9 de fevereiro de 2018

O plano de Moedas Comemorativas 2018 foi ontem apresentado na área fabril da Casa da Moeda, dando a conhecer as temáticas, os autores e o design das moedas comemorativas, correntes e de coleção, a emitir ao longo do ano.

Entre estas moedas, destaca-se as moedas dedicadas à Águia Imperial Ibérica e ao Trevo de Quatro Folhas, integradas na série Espécies Ameaçadas, que procuram promover a preservação destas espécies e possuem uma componente solidária, pois parte da sua receita irá reverter para um fundo ambiental designado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

Destaque ainda para a moeda dedicada à campeã Rosa Mota, 30 anos após a conquista do ouro olímpico na maratona, em Seul, e para a moeda alusiva ao arquiteto Souto Moura, da autoria do arquiteto Álvaro Siza Vieira.

Ao todo, são dez moedas comemorativas, correntes e de coleção, desenhadas por individualidades das artes visuais contemporâneas, tais como o designer Eduardo Aires, os escultores João Cutileiro e José Aurélio, ou os ilustradores João Fazenda e André Carrilho, dando relevo à arquitetura, à etnografia e ao desporto nacional, entre outros valores e temáticas da cultura portuguesa e internacional.

As moedas de coleção são dedicadas a Eduardo Souto Moura (série Arquitetura Portuguesa), à campeã olímpica Rosa Mota (série Ídolos do Desporto), ao Centenário do Armistício da 1.ª Grande Guerra, aos Espigueiros do Noroeste Peninsular (série Etnografia Portuguesa), ao Barroco (série Europa – Idades da Europa), à Águia Imperial Ibérica e ao Trevo de Quatro Folhas (série Espécies Ameaçadas), enquanto as moedas correntes assinalam os 250 Anos do Jardim Botânico da Ajuda e os 250 Anos da Imprensa Nacional.

A cerimónia, conduzida pelo jornalista Pedro Pinto, ficou ainda marcada pela atuação da Orquestra Metropolitana de Lisboa, que interpretou excertos da cantata Il Delirio amoroso, de Händel, introduzindo a apresentação da moeda de coleção dedicada ao Barroco.

No final da apresentação, houve ainda oportunidade de assistir e participar numa Oficina de Serigrafia, onde foram impressas serigrafias alusivas aos 250 Anos da Imprensa Nacional, da autoria de Eduardo Aires, o designer que assina igualmente a moeda corrente comemorativa dedicada à efeméride.

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